
O coração conhece apenas uma linguagem universal: a sensibilidade em compreender o que ele fala.
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Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoç...
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Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato e, então, ...
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No outono, quando se vê bandos de gansos voando rumo ao sul, formando um grande "V" no céu, indaga-se o que a ciência já desco...
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Certa vez, o tempo e o relógio se encontraram, embora estejam o tempo todo juntos. O tempo revoltado há muito tempo disse ao relógio tu...
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Defendo a alegria de sexta-feira mesmo sabendo que a segunda-feira preguiçosa está quase chegando. Ainda assim, saio em defesa da esperança de dias melhores. Defendo a diversidade de ser eu, tu, ele, nós, vós, elas seja na raça, credo, cor e no amor. Cada um que siga o seu destino. Cada um que faça a sua história. Defendo ser forte, fraca, vulnerável, qualquer outra coisa da série “sou”, sem inventar, pensar, medir ou retrair.
Defendo a autenticidade. Eu defendo o livre arbítrio, portanto é permitido quebrar a cara, as regras e voltar se quiser, com o joelho roxo e o coração esfolado. Defendo porque cada um tem o direito de produzir suas próprias experiências. Defendo o direito de ser dolorosamente humano, deliciosamente sonhador, intempestivamente corajoso. Defendo para afastar o ranço da obviedade. Defendo o choro quando ele for necessário e o riso quando for indispensável, porque todos possuem o direito de atolar o rosto nas tristezas, para sair com uma alegria característica da superação.
Defendo a vida como única propriedade que temos e o mais que surgir pelo caminho, são coisas sortidas, avulsas e provisórias, inclusive o amor. Então, é preciso viver mesmo denso ou delicado. Viver enquanto é tempo.
Defendo a obrigatoriedade de fazer coisas banais. Lavar louça após o jantar de comemoração, sem a tristeza de estragar as unhas. Acordar cedinho para ver o céu sem resmungar pela hora. Tomar banho, cantando desafinado, sem querer alcançar os acordes musicais de um tenor de sucesso. Defendo a exclusividade de todos os ciclos, da fartura de felicidade a escassez de motivos. Das sombras noturnas à claridade dos dias.
Defendo a vida coletiva, a interação e a permissividade de momentos de reclusão como necessários para reabastecer a alma. Defendo os sentimentos verdadeiros e a valentia para divulgá-los. A coragem para afastar o medo. A bondade para estender a mão. A humildade para perdoar. A infinita capacidade para recomeçar. Defendo a insistência. A tolerância e o companheirismo. Defendo colher girassóis à tardinha. Pintar o dia mais cinzento. Bordar ternura nas palavras mais ásperas. Celebrar a gratuidade da natureza. Cabular as mágoas. Aceitar os abraços. Dar à mão a palmatória para mudar de rota. Virar o disco. Defendo a delicadeza das mãos dadas. A gentileza das esperas. Defendo o novo jeito de viver sem o velho manual rígido que nos obriga a fazer coisas sem sentido Defendo a liberdade e o calor mais bonito do encontro humano. Defendo e inauguro essas anotações.
Ita portugal
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terça-feira, 25 de novembro de 2014
Aqui reformam-se sonhos, remendam-se corações, alinhava-se otimismo, costuram-se desilusões. Borda-se carinho, pregam-se esperanças, confecciona-se amor, presponta-se ternura, remodelam-se almas.
Marilene A. Branquinho
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sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Um homem chegou em casa após o trabalho e encontrou seus três filhos brincando do lado de fora, ainda vestidos com pijama, cheios de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa.
A porta do carro da sua esposa estava aberta.
A porta da frente da casa também.
O cachorro estava sumido, não veio recebê-lo.
Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça.
A lâmpada da sala estava queimada, o tapete estava enrolado e encostado na parede.
Na sala de estar, a televisão ligada aos berros num desenho animado qualquer e o chão estava entulhado de brinquedos e roupas espalhadas.
Na cozinha, a pia estava transbordando de pratos, ainda havia café da manhã na mesa, a geladeira estava aberta, tinha comida de cachorro no chão e até um copo quebrado em cima do balcão.
Sem contar que tinha um montinho de areia perto da porta.
Assustado, ele subiu correndo as escadas, desviando dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja.
- "Será que a minha mulher passou mal?" - ele pensou. - "Será que alguma coisa grave aconteceu?"
Daí ele viu um fio de água correndo pelo chão, vindo do banheiro.
Lá ele encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete líquido espalhado por toda parte e muito papel higiênico na pia.
A pasta de dente tinha sido usada e deixada aberta e a banheira transbordando água e espuma. Finalmente, ao entrar no quarto do casal, ele encontrou sua mulher ainda de pijama, na cama, deitada e lendo uma revista.
Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou:
- Que diabos aconteceu aqui em casa?
Por que toda essa bagunça?
Ela sorriu e disse:
- Todo dia, quando você chega do trabalho, me pergunta, afinal de contas, o que você fez o dia inteiro dentro de casa? Bem... Hoje eu não fiz nada, fofo!
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terça-feira, 15 de julho de 2014
Desejo que sua vida seja como um bombom:
Uma SURPRESA recheada de coisas boas. Que seu TALENTO traga a SENSAÇÃO do dever cumprido. Que você tenha PRESTÍGIO, sem permitir que o orgulho o acompanhe. Que a sua amizade tenha a força de um OURO BRANCO e a riqueza de um DIAMANTE NEGRO. Que dos lindos lábios saiam naturalmente palavras de amor enfeitados de BATOM. Que surjam sorrisos sinceros, sem esquecer da gentileza de dizer: ALÔ DOÇURA. Que em sua vida você encontre um MUNDY de alegrias e que seu SONHO DE VALSA seja embalado por uma SERENATA DE AMOR. Que nos momentos de tristeza, a simples melodia de uma OPERETA seja um verdadeiro bálsamo de CONFETTI na alma. Que apesar das adversidades você seja um perfeito DIPLOMATA e, ao final de cada dia, você termine pedindo um BIS.
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segunda-feira, 30 de junho de 2014
Eu escolhi o otimismo e nunca fui desamparada por ele. Mas ser otimista dá trabalho pra caramba. Todo dia você atrai gente de luz, experiências divinas e uma rasteira. Todo dia um abraço amoroso e um tombo de gente que nem se esperava. O otimista nunca espera pelo pior e, quando ele vem, ele respira fundo, retoma o fiapinho de força que sobrou daquela frustração e entrega pro Universo. Só que ele não pode ser imediatista, não pode ter pressa, tem que trabalhar arduamente a ansiedade e entregar, confiar. Ser otimista é uma canseira infinita, deslocar o pensamento magoado para esperança de uma circunstância favorável que resgate a confiança no mundo, na vida, na humanidade.
Marla de Queiroz
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Entre tantos aprendizados que temos ao longo da vida, dividir certamente é o mais vantajoso. Você não pode calcular o quanto essa informação é verdadeira porque ela não é lógica, é feita através dos nossos sentidos e, nessa conta, independente do quanto você dividir, sempre sairá lucrando. Pensa comigo: você divide um momento de alegria e ganha alguém pra compartilhar aquela lembrança. Você divide um sorriso e ganha alguém pra reforçar o coro da risada. Você divide o seu tempo e ganha a gratidão de quem foi beneficiado. Você divide os seus sentimentos e ganha pessoas incríveis que têm os mesmos delírios que você. E aí, não é melhor?
Com-partilha!
Fernanda Gaona
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sábado, 7 de junho de 2014
E o bonito desta vida é poder costurar sonhos, bordar histórias e desatar os nós do nosso dia a dia.
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