
O coração conhece apenas uma linguagem universal: a sensibilidade em compreender o que ele fala.
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
Estive pensando nesse mistério que faz com que a vida da gente se encante tanto por outra vida.
E sinta essa vontade vontade de escrever poemas, garimpar estrelas, deixar florir pelo corpo os sorrisos que nascem no coração.
Nesse mistério que nos faz olhar a mesma imagem inúmeras vezes, sem cansaço, seja ela feita de papel ou de memória.
Que nos faz respirar feliz que nem folha orvalhada.
Querer caber, com frequência, no mesmo metro quadrado onde a tal vida está.
Cantarolar pela rua aquela canção que a gente não tinha a mínima ideia de que lembrava.
Estive pensando nesse mistério que faz com que a vida da gente encontre essa vida na multidão planetária de bilhões de outras e sem saber que ela existia, perceba ao encontrá-la que sentia saudade dela antes de conhecê-la.
Estive pensando nesse mistério que faz com que aquela vida que acaba de encontrar a nossa nos deixe com a impressão de estar no nosso caminho desde sempre, como se fosse um sol que esteve o tempo todo ali e a gente somente não o ouvia cantar.
Nesse mistério que nos faz trocar buquês dos olhares mais cuidadosos.
Que nos faz querer cultivar jardins lado a lado.
Nesse mistério que faz com que a nossa vida queira um bem tão grande à outra vida, que vai ver que isso já é uma prece e a gente nem desconfia.
Estive pensando nesse mistério lindo que você é para alguém e alguém é para você ou que ainda serão um para o outro.
Nessa oportunidade preciosa dos encontros que nos fazem crescer no amor com o tempero bom da ludicidade.
Nesse clima de passeio noturno em pracinha de cidade pequena.
Nessa paz que convida o coração pra recostar e repousar cansaços.
Nesse lume capaz de clarear um quarteirão inteirinho da alma.
Nesse abraço com braços que começam dentro da gente.
Nessa vontade de deixar o mundo todo pra depois só para saborear cada milímetro do momento embrulhado pra presente.
Ana Jacomo
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