O coração conhece apenas uma linguagem universal: a sensibilidade em compreender o que ele fala.

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terça-feira, 16 de agosto de 2011


1. Renunciarás a uma casa limpa
2. Possivelmente, nunca mais terás uma conversa sem ser interrompida
3. Aprenderás a fazer compras às pressas
4. Não cobiçarás a vida social da próxima
5. Agora deverás realmente honrar tua mãe e teu pai
6. Não terás todas as respostas
7. Não mais precisarás de um relógio com alarme
8. Deverás fazer cinco tentativas frustradas até conseguir sair de casa
9. Perguntarás a ti mesma o que fazias com teu tempo
10. Saberás que tudo isso vale a pena

Extraído do livro O Livro do Bebê Feliz – 50 Coisas que toda Mamãe Deveria Saber de Rachael Hale






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terça-feira, 11 de maio de 2010

Mãe foi mãe, mas já faz um tempão.
Agora mãe é um monte de coisas: é atleta, atriz, é superstar. Mãe agora é pediatra, psicóloga, motorista. Também é cozinheira e lavadeira.
Pode ser política, até ditadora, não tem outro jeito.
E, às vezes, também é pai. Sustenta a casa, toma conta de tudo, está jogando um bolão.
Mãe pode ser irmã, empresta roupa, vai a shows de rock e pra desespero de algumas filhas, entra na briga por um namorado.
Mãe é avó moderníssima, antenadíssima, não fica mais em cadeira de balanço, se quiser também namora, trabalha, adora dançar.
Mãe pode ser destaque de escola de samba, guarda de trânsito, campeã de aeróbica, mergulhadora.
Só não é santa, a não ser que você acredite em milagres.
Mãe já foi mãe, agora é mãe também.
Mãe é uma só? Mentira.


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sexta-feira, 7 de maio de 2010
sábado, 20 de junho de 2009



Depois de ser mãe, entrei em contato com a beleza das coisas simples. No meu colo, um pequeno ser se comprime em busca de calor e alimentação. Eu sou para ele o mundo e ele é para mim a escola do amor.

Depois de ser mãe, eu aprendi a rejeitar o que, até então, me dava imenso prazer. Quando estou distante, olho para o relógio para que o tempo corra e eu possa novamente aconchegar o meu bebê.

Depois de ser mãe, conheci a preocupação e ela passou a fazer parte de meus pensamentos, esquecendo-me até mesmo de mim.

Depois de ser mãe, senti o orgulho de me ver co-autora de uma criatura, que sei vir de Deus e que tem sua missão neste mundo. Almejava algo extraordinário, digno dos grandes personagens. Conheci, enfim, a loucura de ser mãe.

Depois de ser mãe, já posso me comunicar sem dizer uma palavra e também entender um choro, um sorriso e um olhar. É o diálogo do entendimento, límpido, certo, cristalino e sem máscaras.

Depois de ser mãe, senti o peso da responsabilidade, sabendo que tudo que fizer ou disser será um exemplo, um paradigma. Senti o futuro tocar em minhas mãos e em meu coração.

Depois de ser mãe, aprendi a renunciar a tudo em prol daquele que gerara. Nada é mais importante, nada é mais urgente. Sinto meu coração arder por um gesto apenas, um olhar, um sorriso.

Depois de ser mãe, também aprendi a recuar, a me reinventar, a acordar de sonhos para moldá-los segundo a realidade. E, entendi que filhos são como palavras colocadas no mundo, têm seu tempo, têm seu lugar e formulam pensamentos. Filhos também têm projetos, nem sempre semelhantes aos nossos.

Nada é igual. Tudo está entre o antes e o após ser mãe. Às vezes, nem eu me reconheço, sou outra mulher.

Depois de ser mãe, ainda me surpreendo. Mas é uma doce surpresa, uma alegria, uma tristeza, uma ansiedade, uma doçura, o tudo e o nada na maravilhosa experiência de ser mãe.



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segunda-feira, 27 de abril de 2009



Ser mãe é tornar-se uma grande mulher.

É adquirir muito do conhecimento do homem e um pouco da grandeza de Deus.

Criadora e a criatura, num ato de troca constante, de olhares pré-entendidos, atitudes que, se para alguns não fazem sentido, criadora e criatura falam pelo olhar.

É o ato de compartilhamento mais excitante que existe, porque é único e sem fronteiras. Ato tão primoroso de entrega, que só entende quem é mãe. Com seus filhos pequeninos, porque precisam de sua presença. Quando adultos, porque são suas eternas crianças e não abdicam de sua proteção.

Ser mãe é adquirir identidade diante do mundo, é enternecer-se diante das coisas corriqueiras, ter um olhar complacente e terno para o entorno e para as pessoas.

Ser mãe é engrandecer-se nos momentos de alegria e tornar-se um gigante nos instantes da dor.

Por isso, há muito de Deus nesta mulher que é mãe: compreende, protege, compartilha, dá sem receber, desnecessário receber, o simples ato de dar já é suficientemente grandioso.

Não há nada mais lindo que ser mãe. De todas as atitudes solidárias deste mundo é a mais desprendida, porque nada pede em troca.

Para a mulher que cria, basta ser mãe e o fato, por si só, já confere a maior grandeza de tudo o que se possa conquistar.



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